Lendas Urbanas

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Lendas Urbanas

Mensagem por SoldadoAnjoo em Sab 12 Mar 2011 - 16:01

Uma historia de terror feita por min

Gente essa historia de terror naum e verdade eu que inventei depois de leiem mandem um comentario :
Bom existia uma familia.a mãe,o pai e 5 filhos irmãos,um dia a mãe
deles foi alugar uma casa que ela achou bonita mas o numero dela era 666
então um dos 5 irmãos gostava de sites de terror e coisa
paranormais,ele disse que naum queria fica na casa pq ela tinha o
simbolo da besta.
A mãe dele naum acredito,mas ele naum quis ficar na casa foi na casa
de sua avó então,no outro dia uns dos 5 irmãos se suicidou invorcado
por uma corda mas nele estava escrito 666 no peito dele.
Depois do irmã que estava na casa da avó falo para sua mãe ve se era
verdade,mais ela naum acredito ele teve que ficar na casa pra mãe naum
ficar triste pq ele era o feito mais educado e queto.
O menino se chama-va Jonhy ele foi dormi com a mãe quando ele viu
na sua frente na parede um vulto depois ele começou a cair da cama e
entra debaixo dela,quando isso a mãe dele acendeu a luz viu o vulto e
começou a horar ai o vulto desapareceu.
Depois o filho falo que sentiu uma dor no coração e foi arrastado
por algo,depois ouviram um grito e uma fumaçã preta e viram um dos
irmãos caidos no chão por que a casa era grande ele pulou da janela e se
matou depois viram um vulto gritano rino e todos fooram embora
.


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Aokigahara o bosque dos suicidas

Mensagem por SoldadoAnjoo em Sab 12 Mar 2011 - 16:02







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E um bosque que fica perto do Monte Fuji no japão,onde a cavernas geladas ate no verão
De 100 pessoas que vão para o bosque 77 morrem a maioria dos suicidos
foram de enforcamento a maiorias das pessoas são atraidas por historias
macabras e etc.
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Estutadores paranormais fizeram investigação nessa floresta dizem que
as árvores tem uma energia maligna por causa de tantas pessoas mortas.


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Existe ainda corpos desentregados que nunca foram achados.
Veja mais umas imagensinhas lindas ai.
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Top 10 lugares mal assombrados

Mensagem por SoldadoAnjoo em Sab 12 Mar 2011 - 16:03

10 – O quartel de Babenhausen
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No quartel alemão de Babenhausen (hoje um museu), os fantasmas de
soldados alemães, alguns com uniformes da época da Segunda Guerra
Mundial, tem sido avistados. Diz-se que luzes se apagam sozinhas e vozes
são ouvidas no porão. Alega-se que passos e comandos são ouvidos à
noite, supostamente sem causa física. Diz a lenda que se acontecer de
um soldado visitar o museu e tirar o telefone do gancho, uma mulher
poderá ser ouvida algumas vezes, falando de trás pra frente, de maneira
ininteligível, nem em alemão nem inglês. A cidade foi o local onde
aconteceu a queima de uma bruxa numa estaca, no século 19, e diz-se que
seu fantasma já seduziu, e depois matou, vários soldados alemães desde
então. A foto acima é de dois soldados americanos no quartel, em 1974.
9 – A ponte que grita
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A estrada Maud Hughes está localizada em Liberty Township, Ohio. Ela tem
sido o local de muitos acidentes terríveis e suicídios. A estrada de
ferro está a 7,62 metros abaixo da ponte, e pelo menos 36 pessoas foram
relatadas mortas na ou ao redor da Ponte da estrada Maud Hughes. Figuras
fantasmagóricas, névoas e luzes já foram vistas, assim como figuras
negras encapuzadas e um trem fantasma. Diz a lenda que um carro com um
homem e uma mulher enguiçou em cima da ponte. O homem saiu para buscar
ajuda , enquanto a garota ficou. Quando o homem retornou, a garota
estava pendurada na ponte, em cima dos trilhos. O homem então morreu de
causas inexplicáveis. Até hoje, muitas pessoas têm relatado ouvir
conversas de fantasmas, então um grito de mulher seguido do de um
homem. Outra história diz que certa vez uma mulher jogou seu bebê da
ponte e depois se enforcou.
8 – Avenida Ocean, 112
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Esta casa já é familiar para quem adora filmes de terror. É a casa na
qual o filme (e livro) “Horror em Amityville” foi baseado. A casa é uma
construção de 6 quartos, em estilo holandês, construída em 1924. O
detalhe mais conhecido da casa era, no passado, o seu par de janelas em
formato de 1/4 de círculo, localizadas no sótão (terceiro andar), que
davam uma aparência estranha, como se a casa tivesse “olhos”.
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Essas janelas foram removidas, e foi modificado o número da casa, para
afastar os turistas. Em 13 de Novembro de 1974, o garoto de 23 anos
Ronald DeFeo Jr. assassinou com tiros seis membros de sua família na
casa. Durante o seu julgamento de homicídio em 1975, ele alegou que
vozes em sua cabeça o teriam impelido a fazer a matança. Ele foi julgado
culpado, e continua na cadeia de Nova York. Em dezembro de 1975, George
Lutz e sua mulher, Kathy, compraram a casa e se mudaram com seus três
filhos. Depois de 28 dias deixaram a casa, alegando que haviam sido
atormentados por fenômenos paranormais enquanto moravam ali. A família
diz ter sentido cheiros ruins, visto rostos nas janelas, ouvido gritos,
objetos se movendo, e todo o tipo de fenômeno paranormal bizarro. A
primeira imagem é a da casa como é hoje.
7 – Tribunal do Condado de Pickens
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O tribunal do Condado de Pickens em Carrollton, Alabama, é um tribunal
no oeste do Alabama famoso por uma imagem fantasmagórica que pode ser
vista em uma de suas janelas. É dito que a imagem é o rosto de Henry
Wells, que, diz a lenda, foi falsamente acusado de ter queimado o
tribunal anterior, e linchado em uma noite de tempestade, em 1878. A
imagem na janela é facilmente vista, apesar de que só parece mais com
uma face de alguns ângulos do que de outros. É dito que a imagem só pode
ser vista do lado de fora do tribunal, de dentro a vidraça aparenta ser
uma vidraça de janela normal. Desde que a foto acima foi tirada, a
cidade de Carrollton colocou uma placa de rua refletiva com uma flecha
apontando para o vidro onde a imagem aparece. Há também binóculos
permanentes apontando para a janela do outro lado da rua, para que as
pessoas possam ver a face mais de perto.
6 – Estrada de Balete
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A estrada de Balete é uma rua localizada em New Manila, cidade de
Quezon, Filipinas. É conhecida por aparições de uma mulher de branco e
por casas assombradas que foram construídas durante a Era Espanhola
(anos de 1800). New Manila possui uma abundância de árvores baletes,
que, de acordo com a lenda, é o local favorito para espíritos errantes e
outros seres paranormais. Especialistas no paranormal acreditam que a
mulher de branco foi estuprada por soldados japoneses durante a Segunda
Guerra Mundial. Testemunhas da mulher de branco, advertem os motoristas
para evitar a rua durante a noite, especialmente se estiverem sozinhos.
Se é necessário viajar por essa rota, eles avisam para que deixe o banco
de trás totalmente ocupado, e que ninguém olhe para trás ou nos
espelhos. A aparição veste um vestido de noite, tem cabelo comprido e
não tem face, se tem, está coberta de sangue.
5 – Rosenheim, Bavária
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Mais conhecido como o Poltergeist de Rosenheim, essa infestação de
atividades bizarras é uma das mais conhecidas da Alemanha. Em 1967,
estranhos fenômenos começaram a ocorrer no escritório do advogado
Sigmund Adam. Telefones tocavam mas não havia ninguém do outro lado da
linha, fotocopiadoras cuspiam suas tintas, gavetas se abriam sem serem
tocadas. Um jornal alemão instalou equipamentos para monitorar os
telefones e em 3 meses eles gravaram mais de 600 chamadas para o número
que informa a hora certa – a despeito do fato de todos os telefones
estarem desplugados. Em um único período de 15 minutos, 46 chamadas
foram gravadas – um número que parecia impossível levando-se em conta o
mecanismo de discagem da época. Em outubro de 1967, todas as lâmpadas
do prédio se apagaram com um enorme estrondo. Depois de instalarem
câmeras e gravadores de voz, os investigadores puderam descobrir que os
eventos somente aconteciam quando a jovem de 19 anos Annemarie Schneider
(uma secretária recém-empregada) estava presente. Foi alegado que um
lustre se desviava violentamente se a senhorita Schneider andasse por
baixo dele, e as luzes piscavam sempre que ela entrava no escritório.
Quando Schneider saiu de férias os eventos pararam. Quando retornou, a
atividade poltergeist retornou. Schneider foi demitida e os problemas
nunca mais voltaram a acontecer. Na figura acima Schneider está embaixo
das luzes que foram vistas se desviando.
4 – Bélmez de la Moraleda
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Uma casa de uma rua em Bélmez de la Moraleda, Espanha, recentemente
ficou muito famosa graças a rostos misteriosos que começaram a aparecer
no chão. A estrada Real 5 se tornou uma atração popular para turistas de
fantasmas, já que as faces aparecem freqüentemente, e podem ser
facilmente fotografadas. As aparições em Bélmez começaram em 23 de
Agosto de 1971, quando María Gómez Cámara viu um rosto aparecer no piso
de cimento da cozinha. Seu marido pegou uma picareta e destruiu o rosto.
Logo, outra face apareceu. Uma escavação, feita abaixo do local da
casa, revelou restos humanos, que foram removidos. A imagem acima é um
dos rostos.
3 – Cemitério de Union
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O cemitério de Union, em Easton, Connecticut, não é somente o cemitério
mais assombrado de Connecticut, é considerado por muitos como o
cemitério mais assombrado dos Estados Unidos. O fantasma mais famoso de
lá é a Dama de Branco. Inúmeras fotografias foram tiradas dela, e ela
até foi filmada. Ela tem um cabelo comprido e escuro e usa um boné e um
vestido de noite. Ela freqüentemente aparece na rodovia junto à rota 59,
e às vezes rota 111, onde ela é comumente “atropelada” pelos veículos
que passam. Em uma ocasião em 1993, um bombeiro estava dirigindo pela
rua quando atingiu a “dama” – ele ouviu um baque e um amassado ficou em
seu veículo. Quando a mulher apareceu na frente de seu carro ele também
viu um fazendeiro com um chapéu de palha sentado atrás dele no carro. O
cemitério é trancado à noite e freqüentemente é patrulhado pela
polícia. A imagem acima é uma das muitas que se pode encontrar na
internet.
2 – Pluckley
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Pluckley é uma pequena vila em Kent, Inglaterra, que se acredita ser a
vila mais assombrada da Inglaterra. Em adição aos 12 (alguns dizem 13 ou
14) fantasmas de Pluckey, a vila também é famosa pelo programa de
televisão “The Darling Buds of May” que foi filmado lá. Dos
fantasmas que você pode ver ali, o mais espetacular é o ladrão de
estradas e a carruagem e cavalos avistados perto da prefeitura, o
fantasma de uma cigana queimada até a morte durante o sono, dois corpos
enforcados, um monge fantasma, três damas de classe alta, e talvez o
mais assustador de todos, os Bosques que Gritam. Os Bosques que Gritam é
uma área fora da cidade assombrada pelos fantasmas de várias pessoas
que se perderam por lá. Os seus gritos podem ser ouvidos vindos de
dentro da floresta à noite.
1- Praça Berkeley, 50
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Esta área residencial de Londres, muito conhecida pela música “A Nightingale Sang in Berkeley Square”,
é também o lar da casa mais assombrada de Londres! O número 50 da praça
Berkeley é o lar de um grande número de fantasmas, o mais antigo deles,
o de uma menina assassinada nos anos 1700 por um criado sádico. Ela é
freqüentemente vista no último andar chorando e torcendo as próprias
mãos em desespero. Outra mulher, tentando escapar de seu tio caiu de uma
janela – o seu fantasma é muitas vezes visto pendurado em um peitoril
da janela. Enquanto a casa esteve vazia nos anos 1870, os vizinhos
ouviam numerosos gritos e gemidos oriundos da casa. Eles também ouviam
móveis se movendo, campainhas tocando, e janelas batendo. Anos depois a
casa foi ocupada por um Sr. Dupre, que trancava seu irmão louco em um
quarto no último andar. Ele alimentava o irmão insano por uma abertura
especial na porta. Este é o quarto que se diz ser o centro da
assombração. Atualmente a casa abriga uma livraria – estranhas
ocorrências foram observadas por todos os funcionários da loja. O último
andar é mantido trancado o tempo todo e ninguém tem permissão para
entrar nele.


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As crianças

Mensagem por SoldadoAnjoo em Sab 12 Mar 2011 - 16:04

No interior do estado de Minas Gerais havia um pequeno vilarejo. As
pessoas viviam tranqüilamente sua paz e tranqüilidade. O dia passava
calmamente, com um belo sol e pássaros cantando a primavera que havia
chegado.

Junto com a primavera, chega um forasteiro. Um rapaz de São Paulo que
está fazendo pesquisas com os insetos da região. Ele se hospeda no único
hotel da cidade. Ao pegar as chaves, recebe uma advertência do
atendente:



- Muito cuidado, Doutor. As noites de primavera dessa cidade são amaldiçoadas...



- Mas por que? Perguntou o rapaz...



- Demônios do inferno... todas as noites eles saem para fazer algazarra.
São dezenas de crianças que atormentam a cidade. Elas já mataram muita
gente por aqui... - Mas que bobagem...



O jovem pegou suas coisas e foi para o seu quarto. Com o cair da noite, o
rapaz se preparava para sair em sua busca por exemplares de insetos na
região. Ficou preocupado com a história do atendente mas pegou seu facão
por garantia. Ele achava que deveriam ser delinqüentes, e não
demônios...



E lá se foi, o biólogo em busca de seus animaizinhos... uma cigarra
aqui, um gafanhoto dali... até que o silencio se torna total na cidade.
Seu relógio marcara meia-noite e os ponteiros não se movimentavam mais. O
jovem puxa seu facão e fica preparado. Ele escuta sons. Vozes. Vozes de
crianças. É impossível entender o que elas diziam... mas vinham em sua
direção. Não era possível identificar as imagens, apenas vultos que se
moviam rapidamente. E estavam se aproximando. O desespero toma conta do
rapaz. Eles vem em sua direção. Ele tenta fugir, mas as crianças são
mais rápidas do que ele. Até que as crianças o pegam e o levam para a
porta da igreja sendo arrastado pelas pernas. Elas são muito fortes e
rápidas. Gritos, risadas e muitos gemidos. As crianças batem a mão dele
no chão e gritam a cada pancada. O rapaz sente dores terríveis.



Uma das almas pega o facão de sua mão. Outras duas o deitam de costas
para o chão. Preocupado, e prevendo sua morte, ele fecha os olhos e ouve
o barulho do seu facão batendo no chão de terra. Ao abrir os olhos, as
crianças haviam sumido e seu facão estava cravado na terra. O jovem não
entendia como poderiam ter enterrado um facão de 30 centímetros até o
cabo .



Depois de passar o susto, ele resolve retirar sua arma da terra. Depois
de muita dificuldade ele resolve cavar para facilitar a saída da arma.
Mas ao cavar uns 20 centímetros de solo ele sente que seu facão está
cravado em algo sólido. Era branco. Ao retirar mais terra do local ele
percebe a surpresa. Era um crânio. De uma criança indígena, ainda com os
colares e peças de rituais. Ao tocar no crânio, as crianças aparecem
repentinamente ao seu lado, porém em silêncio. Agora ele consegue
definir seus rostos. Elas pedem para que ele continue cavando. Ele busca
uma pá e cavar em volta da igreja. O jovem rapaz encontra dezenas de
corpos e descobre o mistério. As crianças atormentavam a vila porque ela
foi construída sobre um cemitério de crianças indígenas, dizimadas pela
colonização da região. Suas almas não conseguiam descansar em paz até
que as casas que estavam sobre o terreno sagrado foram removidas do
local.



Depois desse dia, os "demônios baderneiros" nunca mais forma vistos na cidade.


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O livro de Belial

Mensagem por SoldadoAnjoo em Sab 12 Mar 2011 - 16:05

Samantha é uma colecionadora de arte. Diversos quadros famosos
encontram-se em sua galeria. Muitas peças do período barroco fazem parte
do seu acervo, constituído principalmente por peças sacras e imagens de
santos. Seu principal fornecedor é um velho artista de Ouro Preto, em
Minas Gerais.

Em uma visita ao estúdio do velhinho, Samantha encontra uma peça que não
conhecia. Um belo quadro do anjo Gabriel, com uma espada na mão pronto
para matar um demônio deitado no chão. Ela fica impressionada com a obra
e pergunta ao velho a procedência da mesma:



- Encontrei no porão de uma igreja



Muito interessada pela peça, Samantha adquire o quadro, que tem um peso acima do normal para o seu tamanho e leva-o para casa.



Estudando com calma, Samantha descobre que o demônio registrado na tela é Belial, o demônio da arrogância e da loucura.



Chocada com a descoberta, Samantha deixa cair o quadro. O fundo se rompe
e ela encontra um livro negro, com palavras estranhas e o nome "Belial"
gravado na capa.



Ao ler as primeiras páginas, um ruído alto sai do solo. Luzes e fumaça
saem de uma abertura e de dentro do buraco sai o próprio Belial.



Desesperada, Samantha sai correndo em direção a porta da sua casa. Ela tenta fugir, mas é impedida pela criatura.



- Não fuja. Eu não lhe farei mal algum...-diz a criatura com um sorriso sereno.



- Quem é você? - pergunta.



- Eu sou aquele no quadro-,diz apontando seus dedos longos para o
quadro.Eu não permiti durante séculos que um mortal estudasse meus
poderes,mas voce foi a minha escolhida.



Samantha,impressionada e confusa e ao mesmo tempo curiosa diz:



- Diga-me o que fazer.



O demônio sorri, satisfeito..



-Você só precisa apagar a espada da mão do anjo e pintar uma outra na minha mão.



Samantha passou a noite em claro fazendo o que Belial havia lhe pedido.E
ela conseguiu.Quando acabou estava exausta e toda suja de tinta. Ela
desce as escadas até o porão de sua casa e enontra Belial deitado num
enorme sofá Dormindo.



-Mas o que eu ganho em troca? Ela disse alto.



- Tudo o que você que você desejar.



Samantha continuou aquele trabalho artístico como se estivesse num
transe. Suada e cansada pensava no que Belial tinha dito "Tudo o que
você desejar".. Aquilo martelava em sua mente a cada pincelada.



- Terminei! - disse Samantha num impulso e virou o quadro para o demônio.



- O quê?!? - Belial estava perplexo... Samantha pintara o anjo Gabriel agora cravando a espada no coração da criatura!



Belial inconformado com que ve, toma uma atidude inusitada ,e sem perder
tempo arranca o quadro das mãos de Samantha e com uma gargalhada
asustadora desaparese sem deixar vestigio.



A mulher muito casada desmaia e ao acordar percebe estar em um lugar
estranho, sombrio, frio e úmido com moscas pousando por todo o corpo.
Desesperada, ela perceebe estar dentro do próprio quadro, quando escuta o
voz de BELIAL.



Belial dá uma gargalhada insana e segura Samantha pelo pescoço,
levantando-a do chão. Quase sufocando, ela percebe que a a sombria
criatura segurava um punhal.



Belial crava o punhal no coração de Samantha, mas estranhamente ela
continua viva, sentindo aquela dor terrível. Não aguentando mais, ela
desmaia.



Acorda,pendurada por anzóis,que seguram sua carne. A dor é insuportável, e para sempre!



De seu trono feito de corpos humanos decompostos o demônio observa a
cena com serena paciência. Seu olhar é severo e seu rosto aústero como o
de um pai irritado com um filho desobediente.



-Minha pequena Samantha...- ele fala por fim com uma voz terna, porém
severa.-Por que fizeste isto contigo mesma? Não teria eu lhe entregue
toda a glória da terra por tua devoção? Agora paga tua ingratidão...



Samantha sente seu sangue quente jorrando por todos os poros de seu
corpo, Belial urrando como um animal insano ergue o punhal em nome de
Astaroth e desenha um pentagrama abaixo do corpo de Samantha.



Enquanto o sangue pinga sobre o símbolo, Samantha, ainda viva e
agonizando ve a forma do anjo que se cria de seu sangue sobre o
pentagrama. Suplicando pela ajuda de Gabriel Samantha desmaia



Samantha,então,desperta!.. Sim,foi um terrível pesadelo! De volta à
realidade, ela se pergunta o que haveria de ser tal sonho. Por fim,
decidiu ir ao estúdio do velho, o senhor Grisdom.



Entrando sem sequer anunciar tal pesadelo, Samantha o cumprimenta:



_Olá, Jorge!



_Samantha! Que surpresa!_ Disse o velho com sua rouca voz.



_Alguma novidade?_ Já demonstrava ansiedade.



_Na verdade, sim...



- Posso saber o que é?



- Tenho algo a lhe mostrar!



Ela entra no estúdio com o velho, e nesse exato momento seus olhos mudam
de expressão. Ódio, rancor e maldade ficam explicitos. O velho a olha
com medo.



E como se nada estivesse acontecendo ela ergue as mão para cima e começa pronunciar palavras nunca ouvidas antes.



- Ouija, abakan. Tei o vokho, nëo numima jeami kha! da la o ija kabeleum!



Samantha entra em estado de trase absoluto. De sua boca o demônio Belial
sai em forma de pus. Belial comemorava sua vitória sobre o corpo da
mortal, vendo a pobre alma definhar ao solo como uma peça de barro. Sim,
Samanhta estava possuida, mas não era por Belial.



Ao cair desfalecida, Belial tenta dar o golpe de misericórdia na pobre
infeliz. Ele a segura pelo pescoço pronto para lhe cortar a garganta,
quando ouve um som estranho. Belial hesita, olha para tras e vê o corpo
do velho Jorge amontoado no solo, como se não tivesse ossos. Sua
surpresa não lhe tira a concetração. Mas quando retorna o olhar para
Samanha, o monstro vê que está segurando o pescoço de Gabriel. O anjo
apunhala o demônio no peito e arranca-lhe o coração.



Gemendo e sem forças, Belial rasteja pelo chão em busca do livro. Quando
o encontra jogado embaixo de uma cadeira, é interceptado por um pé
iluminado. Samantha, agora vestida de branco e com um ramo de louro na
cabeça, pisa no pescoço da besta, que grita e se contorce. Sua força não
é o bastante para o poder de Samantha, que tira sua espada da cintura e
crava a lâmina na boca da besta. A espada atravessa a cabeça de Belial e
fica pregada no piso de madeira.



Urros ensurdecedores saiam daquele corpo, que recebeu mais duas facadas
de Samanha. Uma em cada olho. Belial se contorcia com uma força
descomunal enquanto as facas queimavam sei interior. Até que Gabriel deu
o golpe de misericórdia, decaptando a fera.



Seus gritos iam sumindo, da mesma forma que as imagens de Gabriel e
Samantha também. Os dois anjos desaparecem e vão ao encontro do criador
com sua tarefa cumprida.



A paz vai voltando a reinar no estudio do pequeno velho, que começa a
recobrar a forma. Samantha dera a sua vida para salvar o pobre velho,
que acorda como se nada tivesse acontecido. Seu estudio está como havia
deixado, exceto pelo novo quadro que tem em sua parede. Um quadro com
Gabriel e Samantha segurando uma espada que está cravada no peito de
Belial.


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A rua das três meninas

Mensagem por SoldadoAnjoo em Sab 12 Mar 2011 - 16:10

Estava na "Rua das Três Meninas", como popularmente chamavam aquele
beco. Deviam ser oito da noite, mas o relógio insistia em assinalar nove
e meia. Encostei me num poste apagado. Ajeitei-me entre as sombras,
procurando uma maneira de me tornar invisível. Quando consegui, calei.
Fiz um silêncio profundo, um vazio de tumba secular. Possivelmente meu
coração tenha cessado naquele momento. Então, o mais difícil: esperar.

Sempre compreendi a mente dos assassinos. O sorriso sádico escondido
atrás de uma máscara, o ansioso segundo que precede o grito, a paz que o
silêncio eterno traz. Justificativas, impulsos e prazer. Todos têm um
assassino dentro de si, embora nem todos tenham coragem de libertá-lo.
Eu o fiz. Porém, quando meu assassino interior viu seu rosto refletido
no meu, deixou-me no chão do banheiro, a faca que usara, ainda
ensangüentada, posta ao meu lado. Nunca mais voltou, por mais que eu
quisesse. Compreendia os assassinos, e o medo que cada um deles sentia
de si mesmo.



A noite precipitara sobre os telhados um pouco mais. Avistei uma estrela
agonizante debatendo-se em vão contra a chuva que começava. Um homem
dobrou a esquina. Seus passos confessavam a pressa que o pavor provoca.
Aquela rua era evitada por quase todos, mesmo durante o dia. Ali, poucos
anos atrás, três meninas que haviam se perdido de uma excursão escolar
foram brutalmente assassinadas. Os suplícios sofridos por elas e as
lendas que foram contadas em torno disso fizeram daquela quase que uma
rua deserta. Por isso, causou-me surpresa ver aquela figura solitária,
principalmente pela hora avançada.



O homem parou. Encostando-se na parede, aproveitou para tomar fôlego.
Claramente fugia de alguém. Porém, como eu descobrira pouco tempo antes,
não há aonde ir quando se foge de si mesmo. Era essa a minha dor, era
esse o motivo de eu estar ali. Vi uma mancha escorrer pela parede branca
quando ele dela se afastou: sangue. Saltei de meu esconderijo de
trevas. Era o momento que eu esperava. A palidez de seu rosto ao me ver
destacou-o da escuridão. Aparentava pouco mais de quarenta anos. Era
magro, e vestia uma camisa imunda e calças já muito velhas. O susto
inicial transformou-se em pavor quando comecei a caminhar na direção
dele. Teria corrido na direção oposta a que eu vinha, mas a lembrança
daquilo de que fugia ainda estava recente. Ao me aproximar, vi que o
branco original da camisa que ele vestia havia sido quase que totalmente
consumido pelo vermelho de um sangue ainda pulsante. Quase me esquecera
de como sangue combinava bem com aquela rua.



Cumprimentei-o, mas minha voz foi diluída pelo ruído da chuva que
aumentava. Num impulso, o homem saltou de onde estava e me derrubou.
Jogando-se sobre mim, demonstrava força muito maior do que seu tipo
aparentava. Atingiu-me diversas vezes no rosto e cabeça. Sentia-me
sufocado pelo meu próprio sangue, quando o homem parou subitamente.
Apoiou-se contra a parede, e lançou no ar um gemido que me pareceu um
misto de dor e desespero. Quando se encontrou sentado, começou a chorar.
Dizia coisas desconexas, e mais me pareceu uma criança perdida. Então,
vendo-o chorar, lembrei-me daquelas três meninas.



Eram belas, e nada pareciam com aquele idiota que estava na minha
frente. Tinham um frescor incomparável, eram doces e singelas. Mas o
choro era idêntico ao que eu ouvia agora. Como naquele dia, nada me
interessava a não ser nunca mais ouvir aquele som. Ergui-me na chuva, e
caminhei até meu oponente desconhecido. Antes que ele pudesse fazer
qualquer coisa, agarrei-o pelo pescoço, como fizera com a segunda
menina. Apertei com força, mas percebi que precisei de muito mais força
do que naquele dia.



Saí aquela noite convicto de que nunca mais retornaria para minha casa.
Entretanto, fui algoz daquele que deveria ter me libertado de minha
prisão carnal. Talvez tenha sido a lembrança, o choro, a camisa dele
suja de sangue. Não sei se me redimi ou pequei novamente naquela noite.
Só sei que após acordar de uma noite sono tranqüilo como há muito eu não
tinha, li no jornal a estranha notícia de um homem encontrado morto na
"Rua das Três Meninas". Ele fora estrangulado momentos após estuprar e
esquartejar a própria filha.


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Re: Lendas Urbanas

Mensagem por -Sheldon- em Sab 12 Mar 2011 - 16:10

Boa SoldadoAnjo Winchester '-'
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Belo, grande, Organizado, interessante tópico .-.







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Re: Lendas Urbanas

Mensagem por SoldadoAnjoo em Sab 12 Mar 2011 - 16:13

-Sheldon- escreveu:Boa SoldadoAnjo Winchester '-'
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Belo, grande, Organizado, interessante tópico .-.

Organizado? ta até parece. uhsahusa


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O amigo do tabuleiro

Mensagem por SoldadoAnjoo em Sab 12 Mar 2011 - 16:14

Sabrina descobriu o jogo do copo há pouco tempo. Achou fantástica a
sensação de poder conversar com alguém que já morreu ou simplesmente
receber sinais de entidades desconhecidas. Na verdade, ela não
acreditava que as entidades pudessem fazer algum mal a ela, afinal, quem
já morreu não pode ultrapassar a barreira do real.

Ela comprou o tabuleiro em uma pequena loja de artesanato. Pediu para
que um velho artesão a produzisse com madeira fina e envernizada. Seu
orgulho era perceber o copo leve de cristal deslizando pela mesa ao
fazer suas perguntas.



Sozinha em casa, ela tinha a certeza de que o movimento do copo não
seria falso. Como no filme "O Exorcista", Sabrina tinha um amigo
invisível, era João, um adolescente que foi assassinado por seus pais
quando esses voltavam de uma festa, bêbados e o confundiram com um
bandido.



Toda noite, Sabrina conversava com João:



- Você não se sente sozinho por ai? O que fica fazendo até eu te chamar?



João respondeu:



- Fico pensando em você.



- Mas eu sempre venho conversar com você!



- Tenho medo que um dia você não venha...



- Sempre estarei aqui. Todos os dias!



- Fico feliz em saber...



Sabrina foi dormir. Dormiu, como uma criança. A conversa com João era como histórias para fazê-la dormir.



No dia seguinte, Sabrina acordou cedo e foi para a aula. Passou seis
horas no colégio, como de costume. Mas sentia que algo estava errado.
Sentia um vazio no peito. Angustia. Vontade de chorar. Queria chegar
logo em casa para conversar com João. Mas sentia um frio na barriga como
nunca havia sentido.



Ao chegar em casa, Sabrina encontra sua mãe, parada na porta de entrada
com um saco preto em suas mãos. Ela temia pelo que podia haver dentro do
saco. Ela sabia que lá estava seu tabuleiro. Mas estaria inteiro?
Partido ao meio? O desespero toma conta de Sabrina, quando ouve o grito
de sua mãe:



- Vai trabalhar, sua vagabunda!



A mãe de Sabrina abre o saco e joga as cinzas da tabua sobre o gramado. A
garota não consegue suportar o ódio e derruba sua mãe no chão. Mãe e
filha lutam como dois animais, até que Sabrina agarra o pescoço da mãe e
a mata asfixiada:



- O que foi que eu fiz?



Sabrina entra em desespero e corre para dentro de casa. Joga no chão os
pratos que estavam sobre a mesa e começa a escrever um alfabeto. Com seu
copo sobre a mesa, a jovem começa seu ritual para conversar com seu
amigo invisível:



- João, você está ai?



O copo não se move:



- Preciso conversar com você. Fiz algo muito ruim!



Nenhum movimento.



Sabrina começa a chorar. De repente, o copo treme. Parecia um sinal. Sabrina tenta novamente o contato com João:



- Você está ai?



O copo se move em direção a resposta "Sim", e em seguida movimenta-se para escrever a frase "estou no banheiro".



A jovem corre desesperadamente para o banheiro, com os olhos inchados de
tanto chorar. Ao abrir a porta, uma densa nuvem de vapor deixa o
banheiro praticamente irreconhecível. O chuveiro estava ligado. Aos
poucos a fumaça vai desaparecendo, deixando a mostra uma mensagem
escrita com os dedos no box de vidro: "estou no espelho".



Sem reação a aquela cena estranha, Sabrina corre até o espelho e fica
olhando sua imagem refletida. Depois de poucos segundos sua imagem se
transforma na face de João, chorando e com a boca cheia de sangue:



- Porquê você fez isso? Pergunta o espírito:



- Não sei! Ela me deixou fora de controle! Não sei o que fazer!



- Ela está aqui comigo! Ela está me machucando! Ajude-me Sabrina!



Essa foi a última frase de João antes de desaparecer no espelho.
Desesperada, Sabrina bate no espelho, na parede e na porta para
descarregar seu ódio. Em sua cabeça, ela só consegue imaginar sua mãe
estrangulando o pobre João.



Em um momento de desespero final, ela grita:



- Vou te buscar, João!



Sabrina pega uma navalha de seu pai e passa em seu pescoço. O sangue
jorra pelo banheiro inteiro, manchando o box, o piso e o espelho. Mas
Sabrina está calma. Ela sabe que tudo isso é pelo seu amigo João. Mas
antes de morrer Sabrina vê algo que a deixa apavorada. Seu último
movimento é a tentativa de um grito, de desespero e angústia. Algo mais
estava escrito naquele box.



O choro de João aumenta nos ouvidos de Sabrina, mas o som do choro se
transforma em uma gargalhada macabra. Seus olhos estão vermelhos, sua
pele pálida está coberta de sangue e não há mais nada que ela possa
fazer, a não ser esperar pelo seu momento final.



Seu corpo dá seus últimos espasmos pelo chão. O sangue se espalha por
todo o banheiro, até sair pela porta. O pai de Sabrina vê o piso do
corredor cheio de sangue que sai do banheiro e abre a porta para ver o
que aconteceu. A fumaça começa a se dissipar e ele encontra a filha
estendida no chão, com a navalha em uma das mãos e a outra mão apontando
para o box, que tinha os dizeres "estou no espelho".



Ao pegar sua filha nos braços, e chorando como uma criança, ele olha
para o espelho sujo de sangue para tentar entender o que havia
acontecido. Olha para o rosto de Sabrina, pálido e com os olhos inchados
de tanto chorar. Ao abraçar sua filha, o homem descobre que algo mais
estava escrito no box, logo abaixo, com uma letra trêmula e menor, os
dizeres "minha filha" apareciam quase que escondidos:



- Estou no espelho, minha filha.


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A lenda do saci

Mensagem por SoldadoAnjoo em Sab 12 Mar 2011 - 16:17

Josué nunca achou muita graça no halloween. Uma festa americana, com
tradições que ele desconhecia e que não tinha o menor sentido, já que no
calor do Brasil sair vestido de preto e pedir doces pelas casas era
ridículo. Se ninguém abriria a porta para um jovem vestido de caveira,
imagine conseguir bater em portas de apartamentos?

Era meia noite. Dia 31 de outubro, Josué estava em casa assistindo
filmes de terror para entrar no seu clima pessoal de halloween. As 00:06
um vulto passa pela porta da sala. Acreditando ser apenas imaginação,
Josué continua a assistir seu filme.



Dez minutos depois, um cheiro de fumo toma conta da sua sala. Estaria
vindo da janela? Afinal, morando no décimo quinto andar, o cheiro pode
vir da sacada de alguém. Josué coloca a cabeça para fora da janela. Só
encontra silêncio e cheiro de dama da noite.



Ao voltar para o sofá, ele toma um susto. Uma figura toda peluda, com o
couro cabeludo raspado, brilhando sangue estava sentada em seu lugar.
Ela tinha olhos avermelhados, fumava um cachimbo e não tinha a perna
direita.



- Calma, meu filho - Diz a criatura.



- Quem é você?



- Você não deve saber meu nome, mas deve me conhecer por Saci.



- Ha ha ha! Que bobagem! Saci não existe, muito menos isso que estou vendo. Devo estar sonhando.



- Será? Perguntou a criatura.



Rapidamente, o ser peludo pulou do sofá e saiu em direção a cozinha.
Pegou o pequeno cachorro poodle da família e arrancou sua cabeça com a
boca. Com o corpo do cachorro ensangüentados nas mãos, o Saci escreveu
na parede: A lenda do Saci ainda vive!



O rapaz entra em desespero e com muita raiva, avança na criatura.
Achando ser algum maníaco ou psicopata, ele dá uma chave de braços no
pescoço do ser. Dá para ouvir os ossos do Saci se partindo, enquanto seu
corpo amolece.



Ainda perturbado com a cena, Josué tenta procurar ajuda. Ele corre pela
casa, mas está sozinho. O telefone está mudo e seu celular sem sinal.
Algo estranho está acontecendo.



Seu braço começa a formigar. Uma ferida produzida por uma mordida da
criatura se espalha pelo seu corpo. O rapaz é tomado por muito calor. Em
um ato de desespero, ele rasga suas próprias roupas, ficando apenas de
bermuda pela casa.



Sua face fica desfigurada. Ele está se transformando no monstro que ele
havia acabado de matar. Não queria se tornar essa desgraça e atormentar
outras pessoas.



Desesperado, ele tenta se matar. Pega um saco plástico vermelho e coloca
em sua cabeça, procurando se asfixiar. A demora em perder o fôlego o
leva até o fogão. Josué, ou o que era ele antes, acende o gás para
tentar explodir seu corpo.



Ele acende o fogão. Uma labareda acerta seu corpo, agora todo peludo e
começa a pegar fogo. Em um ato de desespero final, com o corpo em
chamas, Josué tenta pular da janela.



Ao se jogar, ele fica com metade do corpo para fora. Uma das suas pernas
fica presa por algo dentro do apartamento. Era o Saci, que ainda vivo o
segurava por uma perna.



Com a casa em chamas, o plástico vermelho derretendo em sua cabeça e com
o corpo quase carbonizado, Josué ainda escuta as últimas palavras do
Saci:



- A lenda do Saci ainda vive!



O Saci tira o cachimbo se sua boca e crava no queixo de Josué. Em
seguida começa a roer sua perna direita, que é decepada de seu corpo,
liberando o jovem para uma queda de quinze andares.



O corpo de Josué cai já sem vida ao cair no gramado do condomínio, os
bombeiros já estavam chegando para apagar o incêndio do apartamento. Lá
dentro, encontraram apenas um cachorro carbonizado, mas não decapitado.



Com seu corpo totalmente carbonizado, um cachimbo na boca, um gorro
plástico vermelho na cabeça e sem a perna direita, Josué ficou conhecido
como o Saci da Mooca. Depois desse halloween, as pessoas do bairro
nunca mais ficaram em suas casas na virada do dia 31 de outubro.


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Re: Lendas Urbanas

Mensagem por getgdf em Sab 12 Mar 2011 - 16:50

SoldadoAnjoo escreveu:Uma historia de terror feita por min

Gente essa historia de terror naum e verdade eu que inventei depois de leiem mandem um comentario :
Bom existia uma familia.a mãe,o pai e 5 filhos irmãos,um dia a mãe
deles foi alugar uma casa que ela achou bonita mas o numero dela era 666
então um dos 5 irmãos gostava de sites de terror e coisa
paranormais,ele disse que naum queria fica na casa pq ela tinha o
simbolo da besta.
A mãe dele naum acredito,mas ele naum quis ficar na casa foi na casa
de sua avó então,no outro dia uns dos 5 irmãos se suicidou invorcado
por uma corda mas nele estava escrito 666 no peito dele.
Depois do irmã que estava na casa da avó falo para sua mãe ve se era
verdade,mais ela naum acredito ele teve que ficar na casa pra mãe naum
ficar triste pq ele era o feito mais educado e queto.
O menino se chama-va Jonhy ele foi dormi com a mãe quando ele viu
na sua frente na parede um vulto depois ele começou a cair da cama e
entra debaixo dela,quando isso a mãe dele acendeu a luz viu o vulto e
começou a horar ai o vulto desapareceu.
Depois o filho falo que sentiu uma dor no coração e foi arrastado
por algo,depois ouviram um grito e uma fumaçã preta e viram um dos
irmãos caidos no chão por que a casa era grande ele pulou da janela e se
matou depois viram um vulto gritano rino e todos fooram embora
.

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Re: Lendas Urbanas

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